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{Filme} Homens, mulheres e filhos

Título Original: Men, Women & Children 
Dirigido por: Jason Reitman
Duração: 119 minutos
Ano produção: 2014
Gênero: Comédia, Drama
Nota:



Homens, Mulheres e Filhos conta a história de um grupo de adolescentes do ensino médio e de seus pais, que tentam lidar com a forma como a internet mudou seus relacionamentos, a comunicação, suas imagens de si mesmos e suas vidas amorosas. Conforme cada personagem e relacionamento são testados, fica claro a variedade de caminhos que as pessoas escolhem – alguns trágicos, outros cheios de esperança – e que ninguém está imune a enorme mudança social que vem através de telefones, tablets e computadores.


O filme começa com a imagem de um satélite suspenso no universo e vários sons do planeta terra. (e nesse momento eu pensei, what?!) Começamos então a conhecer os personagens, um elenco grande, onde acompanhamos o dia a dia de adolescentes e seus pais. Parece banal, mas é um enredo profundo e com diversas nuances.



Veja como as mensagens de celular foram apresentadas na tela
Na primeira cena já vemos como o filme irá explorar as tecnologias e como hoje elas fazem parte de nosso dia-a-dia. Temos uma mãe hiper protetora, que checa o computador da filha, seu celular e a controla pelo GPS. Uma adolescente com problemas alimentares e uma paixão platônica, um pai que foi abandonado por sua esposa, um casal frustado com seu casamento, um garoto que perde o interesse na vida e busca refugio em jogos de computadores. Todos esses personagens e vários outros que não descrevi estão interligados e de alguma forma tem uma reflexão a nos oferecer.

Na cena abaixo, foto real tirada por um satélite de nosso planeta, podemos começar a compreender nossa insignificância e como nada na vida tem importância, essa é a conclusão de Tim Mooney (Ansel Elgort). Como uma das histórias apresentadas no filme é recompensante ver seu desenrolar. Outra surpresa interessante é a atuação de Adam Sandler, conhecido por seus filmes de comédia, que soube interpretar muito bem um papel dramático.  


Pale blue dot - Como somos insignificantes na imensidão do universo


Gostei e ao mesmo tempo não gostei do filme. É uma história parada, mas que mostra muitos dos dramas reais que vivemos, a solidão acompanhada, a dependência que criamos aos nossos aparelhos eletrônicos e principalmente a nossa vida que agora é parte no mundo virtual e parte no mundo real. Adorei a forma como as interações com o facebook, tumblr e bate-papos foram apresentadas na tela. Recomendo a todos para que possamos refletir sobre este novo mundo repleto de tecnologia, já que acredito que nos próximos anos muitos novos Gadgets incorporarão nossas vidas. 




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Um comentário:

  1. Eu pretendo ler o livro, também achei a história um pouco parada mas gostei da reflexão que ela deixa.
    Beijos.

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